Pular para o conteúdo principal

Obsessões



Obsessões




Obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes, experimentados como intrusivos e indesejáveis que invadem a consciência contra a vontade da pessoa. Causam acentuada ansiedade, medo ou desconforto, interferem nas atividades diárias, nas relações interpessoais ou ocupam boa parte do tempo do indivíduo. As obsessões também podem ser cenas, palavras, frases, números, músicas que o indivíduo não consegue afastar ou suprimir.


As obsessões mais comuns são os medos de contaminação e a preocupação com germes/sujeira, as dúvidas sobre a possibilidade de falhas e a necessidade de ter certeza. Também são comuns pensamentos, impulsos ou imagens indesejáveis e perturbadores de conteúdo violento ou agressivo (ferir ou agredir outras pessoas), sexual (molestar uma criança, dúvidas sobre a orientação sexual) ou blasfemo (ofender a Deus); pensamentos supersticiosos relacionados a números, cores, datas ou horários; preocupação em que as coisas estejam alinhadas e simétricas ou no lugar "certo" e preocupações excessivas por armazenar, poupar ou guardar coisas inúteis (colecionamento).


Vamos aqui ressaltar que a forma de TOC mais grave que dificulta muito a vida do paciente é aquela em que ele tem obsessões em forma de pensamentos e trava uma batalha interna com esses pensamentos que são de conteúdo maldoso ao paciente, inclusive, com ameaças.



Fonte: http://www.ufrgs.br/toc



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Protocolo

Protocolo       Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rbp/v29s2/art5

Vídeos e livros

Vídeos e livros sobre TOC Palestra sobre TOC https://www.youtube.com/watch?v=Ar4BFRW3CYw https://www.youtube.com/watch?v=jbYs40cskr4 Livros

Raiva

Raiva Esses pensamentos denigrem os pacientes, são desumanos, reforçam características ruins dos pacientes, trazem episódios de sofrimento, sugerem que o paciente vá morrer ou ficar doente. Todos esses pensamentos acabam deixando o paciente bem ansioso e até mesmo com raiva. Nesse momento o paciente deve ter um autocontrole para não ter ações desesperadas e que causem maior sofrimento. Há pacientes que nesse momento chutam coisas, gritam, choram, se agridem, agridem as pessoas, enfim, se desesperam e perdem a razão. Por isso são muito necessárias as terapias além dos remédios, já que elas tentarão fazer com que o paciente adquira esse autocontrole para evitar esse desespero.   O paciente tem que ter em mente que esses pensamentos são involuntários e não são deles. Deve praticar a experiência de pegar esses pensamentos e jogar na lixeira, pois não são seus e só trazem angústia e sofrimento.